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Mindex — IA aplicada
Embalagem · Flexografia · Marketing

IA aplicada a problema real

Resolvo problemas da indústria — e construo a ferramenta quando ela não existe.

O ponto de partida

Pasta funciona
para guardar.
Não funciona para avisar.

Toda indústria tem a informação certa guardada em algum lugar. Certificado, ficha técnica, foto de produto, dado de embalagem. Está tudo lá, etiquetado, correto.

Mas para saber se um certificado vence este ano, alguém precisa ir até a gaveta, achar a pasta, abrir e ler a data. Se ninguém for, ninguém descobre.

É o mesmo problema de uma habilitação vencida: o documento não avisa. Você descobre na blitz.

Em produção hoje

Não é maquete. Está rodando.

Números de um sistema Mindex em uso numa indústria nacional com catálogo certificado.

73
Produtos catalogados
54
Certificados indexados
22 GB
Banco de fotos mapeado
0
Certificados vencidos

Dez desses certificados vencem nos próximos doze meses. São dez produtos que precisam de renovação planejada — e agora isso está visível numa tela, em vez de depender de alguém lembrar.

Como trabalhamos

Quatro regras que não se negociam

O programa extrai o dado.
A IA organiza a apresentação.

IA erra número com toda a confiança do mundo. Em documento legal isso é inaceitável. Então número técnico é lido do arquivo oficial por um programa comum — nunca por interpretação.

Nada é publicado
sem aprovação humana.

Todo conteúdo chega como rascunho, para alguém aprovar. É regra fixa do sistema, não opção de configuração. Nenhuma empresa deve ter um programa publicando em seu nome sem revisão.

Entrega em etapas.
Cada uma funciona sozinha.

Você vê o resultado de uma antes de decidir a próxima, e nunca fica com projeto grande em aberto sem retorno visível.

Simples de propósito.
Sem dependência que expira.

O que eu entrego você consegue abrir, ler e continuar usando sem mim — inclusive daqui a cinco anos. Complexidade é o que trava a indústria; não vendo mais dela.

Ferramentas

Quatro ferramentas,
com o código aberto

Além dos produtos, existem ferramentas menores que nasceram de um problema concreto de operação e viraram programa: preenchimento automático de texto repetitivo, base de padrão técnico que abre sem internet, inventário de banco de fotos, lançamento de recibo por foto no Telegram.

Todas com o código publicado — dá para ler antes de conversar, em vez de acreditar na minha palavra.

Quem faz

Vinte e cinco anos
antes do primeiro programa

A Mindex não nasceu numa startup. Nasceu de vinte e cinco anos dentro da indústria gráfica — pré-impressão, desenvolvimento de embalagem, atendimento técnico.

Isso muda o tipo de pergunta que se faz. Antes de propor sistema, a conversa é sobre onde o dinheiro vaza: clichê regravado, refugo de bobina, documento vencido, hora parada esperando laudo.

Eu não vendo software. Resolvo problema de indústria — e construo a ferramenta quando ela não existe.

Ferramenta boa não é a que tem mais recurso. É a que resolve a dor que a pessoa já sentiu.

Conversa sem compromisso

Qual é o seu problema?

Conte o que está travando. Se a Mindex não for o caminho certo, eu digo isso também — é mais barato para os dois lados descobrir agora.