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Mindex — IA aplicada
Método

O programa extrai o dado.
A IA organiza a apresentação.

Quatro princípios que valem para todo sistema que sai daqui.

Regra 1

Número técnico nunca passa
por interpretação de IA

Inteligência artificial é excelente para organizar, resumir e apresentar. É péssima numa coisa específica: ela erra um número com toda a confiança do mundo.

Em texto de blog isso é inofensivo. Em documento técnico ou legal, não é. Um número de certificado errado num documento que vai ao cliente, uma data de validade digitada errada, um código de norma trocado — isso é problema de conformidade, não erro de digitação.

Por isso a divisão é rígida em todo sistema Mindex. Dado técnico — número de certificado, data, código de barras, norma atendida — é lido do documento oficial por um programa comum. A inteligência artificial entra depois, só para organizar a apresentação daquilo que o programa já leu certo.

Nenhum número passa pela cabeça de uma IA antes de chegar na tela.

Regra 2

Nada é publicado
sem aprovação humana

Todo conteúdo que um sistema Mindex produz — artigo, post, e-mail — chega como rascunho. Alguém aprova antes de qualquer coisa ir ao ar.

É regra fixa, não opção de configuração. Não existe uma versão "mais automática" em que o sistema publica sozinho.

O motivo é simples de defender: nenhuma empresa deveria ter um programa falando em seu nome sem alguém ter lido antes. Não é falta de confiança na IA — é bom senso sobre quem responde pelo que sai publicado.

Regra 3

Cada etapa entrega algo
que funciona sozinho

Nenhum projeto sai daqui como pacote fechado de seis meses. O trabalho é dividido em etapas pequenas, e cada uma entrega algo que já funciona, antes de decidir a próxima.

Isso muda a conversa. Em vez de aprovar um escopo inteiro no escuro, você vê o resultado de uma etapa e decide se a seguinte faz sentido.

Organizar o que já existe. Reunir e estruturar a documentação, o catálogo, o material que a empresa já tem — só que espalhado.

Colocar numa tela. O primeiro sistema entra em uso. Quem precisa de um dado, acha.

Automatizar o que se repete. Com a base sólida, o que era manual passa a rodar sozinho — sempre com aprovação humana no que sai.

Ampliar só onde fizer sentido. Novo canal, novo público, novo produto. Cada extensão nasce da anterior, não do zero.

Nem todo projeto passa pelas quatro etapas. Alguns param na primeira, porque já resolveu o problema. Isso também é sucesso.

Regra 4

Simples de propósito.
Sem dependência que expira

Existe uma pergunta que quase ninguém faz em voz alta, e que é a mais justa de todas: e se você sumir? Quem mexe nisso depois?

A resposta que eu poderia dar é inventar equipe. A resposta verdadeira é outra: o que eu entrego é simples o bastante para não depender de mim.

Nada de framework da moda, nada de biblioteca que precisa ser atualizada todo mês, nada que só roda se tiver internet. Muitos dos meus sistemas são um arquivo só, que abre com duplo clique. Você consegue abrir, ler o que está escrito lá dentro e continuar usando — inclusive daqui a cinco anos.

Complexidade é o que trava a indústria. Não vou vender mais dela.

  • O que isso custa: alguns recursos de sistema grande simplesmente não entram. Se você precisa de algo que só um time consegue manter, eu digo, e indico outro caminho.
  • O que isso te dá: nenhum contrato de refém. O código é seu, a pasta é sua, e não existe mensalidade de software crescendo em cima de você.
Conversa sem compromisso

Quer ver isso aplicado a um caso real?

Os quatro produtos da Mindex nasceram desses três princípios. Veja como.