IA aplicada por quem
conhece o chão de fábrica
Vinte e cinco anos em embalagem, flexografia e marketing — hoje aplicados a resolver o que ainda é manual na indústria.
Vinte e cinco anos
antes do primeiro programa
Não comecei em tecnologia. Comecei na indústria gráfica: pré-impressão, depois sete anos em desenvolvimento de embalagem, depois oito em atendimento técnico. Ao todo, vinte e cinco anos vendo de perto onde uma fábrica perde tempo e dinheiro.
Isso muda o tipo de pergunta que eu faço antes de propor um sistema. Não começo perguntando qual tecnologia usar. Começo perguntando onde o dinheiro está vazando: clichê regravado, certificado vencido, hora de alguém procurando um dado que devia estar a um clique.
Ferramenta boa não é a que tem mais recurso. É a que resolve a dor que a pessoa já sentiu.
De atender clientes
a construir para eles
A Mindex nasceu do mesmo trabalho que sempre fiz: resolver problema de indústria. Só que agora com um instrumento novo, inteligência artificial aplicada, não como discurso, como ferramenta que reduz trabalho manual repetitivo.
O nome carrega isso. Mindex — IA aplicada. Aplicada é a palavra que importa. Não é pesquisa, não é promessa de futuro distante. É sistema rodando, resolvendo um problema específico, hoje.
Eu não me apresento como desenvolvedor. Me apresento como alguém que passou vinte e cinco anos vendo a indústria perder dinheiro em processo manual, e que hoje consegue construir a ferramenta que resolve — porque a tecnologia finalmente permite que uma pessoa só faça isso.
Simples não é menos.
É o que ainda funciona depois.
A entrega típica de agência vem com dezenas de peças que precisam ser atualizadas para continuar funcionando. Em dezoito meses alguma coisa quebra, e aí você depende de quem construiu — ou de contratar outro para entender o que o anterior fez.
Eu faço o contrário. Muitos dos meus sistemas são um arquivo só, que abre com duplo clique, funciona sem internet e não depende de nada instalado. Não é limitação de recurso: é escolha, porque na indústria o que sobrevive é o que ninguém precisa manter.
O resultado prático: o código é seu, roda offline, e continua abrindo daqui a cinco anos. Sem mensalidade de software crescendo em cima de você e sem ficar refém de ninguém — inclusive de mim.
Sou eu quem responde
A Mindex é uma operação pequena, de propósito. Não existe fila de atendimento nem revezamento de equipe: quem escuta o problema, quem desenha a solução e quem entrega sou eu.
Isso tem um lado bom e um limite. O lado bom: a pessoa que decide como a solução deve funcionar é a mesma que ouviu o problema, nada se perde entre quem vende e quem constrói. O limite: eu não assumo qualquer volume. Prefiro poucos projetos bem entregues a muitos pela metade.
Quer contar o seu problema?
Se a Mindex não for o caminho certo, eu digo isso também.